CAJADO

Um cajado é uma vara de pastor, caracteristicamente tendo a extremidade superior recurvada em forma de gancho ou semicírculo. Ele é usado para tocar nas patas das ovelhas de leve para que elas retornem ao seu caminho não se desviando do caminho. Em algumas ocasiões, o cajado podia ser utilizado como arma. A ovelha conhecia o Pastor pelo cheiro do cajado que se apegava a sua mão, sendo assim, ela conhecia o Pastor e o seu cajado.

O cajado tem duas funções principais:Quando segurado pelo lado da curva, serve de vara para corrigir ou castigar as ovelhas que se desviam, e segurando-o pelo lado reto serve para socorrer a ovelha caída em buracos ou precipício, puxando-a pela curva do cajado.








terça-feira, 26 de abril de 2011

A raiz de nossos problemas: uma visão errada de Deus

A. W. Tozer expressa isso de forma clara e profunda:


O baixo conceito de Deus mantido quase universalmente entre os cristãos é a causa de uma centena de males menores em toda parte. Uma filosofia de vida cristã inteiramente nova resultou desse único erro básico em nosso pensamento religioso. A perda do sentido de majestade foi acrescida da perda da reve¬rência religiosa e da consciência da presença divina. Perdemos o espírito de adoração e a capacidade de nos recolhermos inti¬mamente, a fim de nos encontrarmos com Deus em silenciosa adoração. O cristianismo moderno simplesmente não está pro¬duzindo o tipo de cristão que possa apreciar ou experimentar a vida no Espírito. As palavras: "Aquieta-vos e sabei que eu sou Deus" significam quase nada para o autoconfiante, afobado adorador desta segunda metade do século vinte. - A. W. Tozer (1897-1963)

Esta perda do conceito da majestade ocorre quando as forças da religião começam a ganhar terreno de maneira dramática e as igrejas tornam-se mais prósperas do que em qualquer outra épo¬ca dos últimos séculos. Mas o aspecto mais alarmante é que nossos lucros são quase todos externos e nossas perdas são in¬teiramente internas; e já que a qualidade da religião é a afetada por condições internas, é provável que nossos supostos lucros sejam apenas perdas distribuídas por um campo mais extenso.

Temos uma forte tendência de criar Deus à nossa imagem, em vez de sermos formados à imagem dele. Se temos dificuldade de abrir nosso coração, enxergamos a ele como alguém que dificilmen¬te abre seu coração conosco. Se nos acostumamos a certos "pecadinhos" prediletos, erros, mentiras e exageros, achamos que ele também é tolerante, nos entende, desce a nosso nível e nos aceita "como somos". Convencemo-nos de que somos bons — e até san¬tos. Se somos perfeccionistas e exigentes, entendemos que ele tam¬bém é assim e vivemos num constante esforço de atingir os critérios absolutos que, sem dúvida, ele deve ter em mente quando olha para nós.

Você tem problemas com Deus? Sente que o poder ou a graça dele não é real em sua vida? Pergunta-se aonde foi parar aquele primeiro amor, a paixão que um dia você sentia? Experimenta tris¬teza e sofrimento e tem dificuldade em entender por que um Deus amoroso permitiria isso? A santidade dele o assusta ou afasta? Per¬cebe que Deus deseja mudanças (em sua vida e a seu redor) que você não tem condição de realizar?

Bem pior do que o incómodo com tais perguntas é não pensar¬mos nesses assuntos. Nosso Deus tornou-se um gatinho domesti¬cado que nos serve bem, nos mantém de forma razoavelmente cómoda em nosso lugar "abençoado". Não é mais o Leão de Judá, imprevisível e perigoso, cujos propósitos são a razão de nossa vida.

Parafraseando Tozer, a raiz de todos os nossos problemas é a difi¬culdade que temos de nos aproximar de Deus de tal forma que nos tornemos mais como ele. Isso atinge especialmente a nós, que somos "crentes velhos". Temos uma tendência a descansar, a nos acomodar a uma relação rotineira e previsível, parecida com a da maioria dos casais velhos. Em algum lugar em nossa caminhada com ele, perde¬mos essa intimidade que nos deixa maravilhados, nos refresca e nos transforma. Talvez tenhamos parado exatamente na glória de outro¬ra, felizes de viver à sombra ou sob o reflexo disso, como foi o caso de Moisés (2Co 3.12-17). Precisamos tirar o véu e, com faces descober¬tas, ser transformados de glória em glória (2Co 3.18).



Como reacender nossa paixão?

Em primeiro lugar, precisamos olhar para Deus, redescobrindo a profundidade do amor dele. Sem o romance sagrado, a graça e o amor ficam mais como doutrina do que realidade. Dos primeiros até os últimos capítulos da Bíblia, encontramos o tema de amor e casamento como uma parábola viva de sua paixão por nós. Nosso tempo de ouvi-lo, tanto na Palavra como no Espírito, precisa tornar-se um tempo de ouvir seus recados de amor.

Precisamos liberar nosso coração para nos expressarmos. Qual é o estado de seu coração? Avalie e peça que Deus compartilhe com você a perspectiva dele como o salmista o fez (SI 139.23,24). Re¬nove sua dedicação de andar de mãos dadas com seu namorado divino. Tome tempo para conversar, abra seu coração com ele e dei¬xe que ele faça o mesmo com você. Isso pode se expressar de forma diária, de forma semanal no dia sabático e de forma periódica num retiro com Deus.

Em segundo lugar, precisamos olhar para nós mesmos e avaliar se temos um verdadeiro alicerce de amor fundamental. Quando somos criados sem amor profundo, aceitação e segurança, ganha¬mos uma espécie de filtro, que dificilmente deixa o positivo pe¬netrar nosso coração. Ao mesmo tempo, permite com facilidade que o negativo entre fundo e se alimente em nós. Floyd McClung Jr. atinge o cerne desses problemas no livro O imensurável amor de Deus. Ele mostra como a relação que temos com nosso pai huma¬no acaba sendo o filtro pelo qual nos relacionamos com nosso Pai celeste. Se tivemos pais falhos, podemos ter sido prejudicados por uma visão falha de Deus — caso não resolvamos as feridas, as tristezas, os medos e as frustrações que experimentamos na rela¬ção com nossos pais (e com outras pessoas importantes em nossa vidas). Precisamos descobrir o caminho da cura emocional e de grupos pequenos, onde podemos experimentar intimidade, acei¬tação e amor.

Em terceiro lugar, precisamos encontrar companheiros de jugo comprometidos a crescerem conosco. Sozinho, ninguém muda sua vida de forma significativa. Precisamos priorizar relacionamentos profundos com pessoas que nos ajudarão e estimularão quanto à nossa relação com Deus.



Perguntas para a reflexão:



1- O que mais impede a sua relação com Deus, dificultando que você seja realmenete apaixonado por Ele?

2- Relacione um ou dois companheiros de jugo com os quais você poderia buscar verdadeiras mudanças e crescimento.

3- Confesse em oração em que ponto sua visão de Deus pode ser distorcida e deixar a desejar, trazendo problemas para sua vida. Não converse, vá direto à oração.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

" PROCURAR UM MENTOR É SEMELHANTE A PROCURAR UM AMOR"

HOWARD HENDRICKS

terça-feira, 16 de novembro de 2010

5 Princípios da Má Administração.

São Eles:


1. Mau uso dos recursos que produzem a má administração - Gen 3:6

2. O mau emprego de recursos traz desqualificação e culpa

3. A responsabilidade da administração não pode ser transferida

4. Aquilo que você administrar mal, você certamente irá perder - Gen 3:24

5. A má administração pode ser "pessoal", mas nunca "particular" Ex. 34:7 e Rom 5:12



Entender isso é entender o motivo pelo qual muitos naufragam e não concluem a sua missão com crédito.



Existem 6 Medos Básicos que a humanidade teme e será impactada de uma forma ou de outra. Toda pessoa herda a influência desses 6 medos básicos. Sob esses medos principais, podem ser agrupados os outros menores.



São eles::

a) Medo da pobreza.

b) Medo da velhice.

c) Medo da crítica.

d) Medo de perder o amor de alguém.

e) Medo da doença.

f) Medo da morte.

Eles são herdados pela hereditariedade Física ou Social. A saída deles determinará o grau de sucesso ou influência que você exercerá sobre a vidas de outras pessoas.

Toda a criação está interligada de forma que ela mesmo "geme" para a manifestação dos que devem reflitir a grandeza pelo qual foram criados e tornados sãos para exercer a plenitude da administração divina. Não caia no engodo que existe separação entre visível e invisível, entre vida espiritual e vida secular. Uma única influencia desse entendimento determinará os seus resultados.

Quer saber mais?

Obtenha mais informações sobre como exercer a autoridade e liderança com destreza e saia do conformismo da mentalidade de manada da sociedade dita evoluída.

Vinicius Nascimento

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

RECOMENDO A LEITURA DESTE LIVRO

Que tipo de Líder Deus usa?

  • José: Um Líder Ideal Moldado em uma Prova Severa de Rejeição
  • Moisés: um Homem Preparado e Usado por Deus
  • Davi: um Homem Humilde de Coragem e Determinação



Por trás do monge e do executivo

Entrevista com James C. Hunter



Poucos líderes nunca ouviram falar do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante). Ele se tornou febre no mundo corporativo, está há 222 semanas no ranking dos livros mais vendidos da Revista Veja e já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo.

No livro, o norte-americano James C. Hunter conta a história de um executivo que vai buscar soluções para seus dilemas profissionais e pessoais num mosteiro beneditino. Neste lugar ele ouve falar de um homem que não ocupou cargo algum, não fez faculdade e sequer pisou numa empresa: Jesus Cristo. O monge apresenta o Mestre como o exemplo maior de líder.

No entanto, o que a maioria dos leitores dos livros de Hunter não sabe é que, o homem por trás do livro que introduziu o conceito de liderança servidora nas empresas é crente em Jesus Cristo há quase 30 anos. E foi sobre a sua experiência na fé que Hunter concedeu esta entrevista exclusiva para o nosso site.

Qual é a sua experiência pessoal com Cristo?

Hunter – Tenho sido um cristão sério e praticante nos últimos 28 anos. Fui batizado ainda criança, mas não levei minha fé a sério até ter 30 anos. A salvação fez sentido para mim em 1981. Atualmente, eu e minha família freqüentamos uma pequena igreja batista próxima de nossa casa.

Você já ocupou algum cargo de liderança na sua igreja local?

Hunter - Sim, já fui ancião e depois o presidente do conselho da igreja. Atualmente, sou professor do curso de Liderança e também do curso Construindo nossa Comunidade, ambos na igreja local.


Seria possível escrever um livro sobre liderança servidora sem ter experimentado o novo nascimento?

Hunter – Não! Minha fé é extremamente importante para mim e foi fundamental ao escrever livros sobre o tema.

Que tipo de retorno você tem recebido dos pastores e de outros líderes cristãos sobre seu livro?

Hunter – Os pastores e líderes cristãos que entram em contato têm apoiado e dado indicações de que amaram o livro. Mas, a maior surpresa foi que os líderes de organizações seculares foram aqueles que realmente se interessaram pelo livro. Eu gasto 98% do meu tempo ensinando o conceito de liderança servidora em empresas e somente 2% em organizações cristãs. Isto foi surpreendente! Muitas organizações cristãs acreditam que entendem e praticam o conceito de liderança servidora, embora minha experiência mostre o contrário... Na realidade, poucas organizações cristãs realmente entendem e praticam a liderança servidora.

Você acredita que os seus leitores não cristãos tem se interessado em conhecer mais sobre Jesus Cristo?

Hunter – Sim, eu realmente creio que os princípios de meus livros podem ajudar a criar uma abertura para Jesus. Eu não tenho nenhuma estatística para apoiar esta afirmação, mas meu instinto diz que o conceito de liderança servidora pode gerar mentes e corações abertos para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.

Qual foi o seu maior desejo ao escrever este livro?

Hunter - Apresentar os princípios de liderança servidora que podem mudar nossas vidas em um mundo perdido e falido.

Que conselho daria aos líderes cristãos em relação ao tema Liderança Servidora em suas igrejas?

Hunter – O melhor conselho que posso dar é seguir o conselho e o exemplo de nosso líder Jesus. Ele disse que liderar é servir. Sendo assim, amem e sirvam os outros. Amar significa se doar para os outros, identificando e suprindo suas reais necessidades e buscando o melhor para suas vidas.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Avivamento em Gales

Este homem foi usado poderosamente por Deus para um grande avivamento que varreu o país de Gales, um pequeno principado das ilhas britânicas em 1904.
Evan Roberts é um exemplo de um seguidor dinâmico do Senhor, encorajando a Igreja a ser uma hospedeira adequada do Espírito Santo.
Um mover verdadeiro de Deus não tem como combustível o dinheiro, a organização ou a propaganda. O avivamento autêntico só vem quando a coluna de fogo, que é a presença de Deus, levanta-se e se move. Tentar organizar, promover ou vender um mover de Deus é profanação na sua forma mais baixa.
Os historiadores relataram que a característica mais surpreendente do avivamento de Gales foi a falta de mercantilismo. Não havia hinários, líderes musicais, comitês, coros, grandes pregadores, ofertas e nem organizações. Contudo, almas foram redimidas, famílias foram curadas e cidades inteiras se converteram numa escala nunca vista antes.
Durante o avivamento de Gales as pessoas iam às reuniões por causa de Deus, não por causa de uma superestrela.
Evan Roberts não permitia que seu nome fosse anunciado com antecedência, para que não houvesse nenhuma expectativa na sua pessoa, mas em Jesus.
F.B.Meyer, um líder cristão maduro e renomado após observar Evan Roberts disse: “Ele não irá a frente do Espírito Santo, mas está desejoso de ficar do lado e permanecer atrás, a menos que esteja perfeitamente seguro de que o Espírito de Deus está se movendo”.
Aquele que sabe quando não falar, falará com mais autoridade quando falar.
Em meio ao avivamento, Evan Roberts, esteve em “silêncio” uma semana. Evan não revelou publicamente o que aconteceu nos seus encontros com o Senhor nessa semana, mas todos noticiaram que havia sobre ele uma unção ainda maior. No quinto dia desta semana, Evan anotou quatro princípios simples aos quais ele tinha que se devotar:
1. Preciso tomar muito cuidado, primeiramente, em fazer tudo aquilo que Deus diz - comanda - e somente aquilo. Moisés se perdeu aqui – ele bateu na rocha.
2. Segundo, levar todos os assuntos, mesmo os insignificantes a Deus na oração. Josué se perdeu aqui: ele fez uma aliança com os gibeonitas que fingiram que moravam numa terra distante, enquanto estavam morando bem perto.
3. Terceiro, obedecer ao Espírito Santo.
4. Quarto, dar toda glória a Ele.”

A seguinte oração de Evan que foi registrada, captura sucintamente a ênfase central e a devoção dos evangelistas do avivamento:
“Senhor Jesus, ajuda-nos agora através do Espírito Santo a estarmos face a face com a Cruz. Qualquer que seja o impedimento, nós nos comprometermos a Te servir. Coloca todos nós debaixo do Sangue. Ó, Senhor, coloca o Sangue sobre todo nosso passado até este momento. Nós Te damos graças pelo Sangue. No nome de Jesus Cristo, amarra o diabo neste momento. Apontamos para a Cruz de Cristo. É a nossa Cruz e tomamos posse na Sua conquista. Revela a Cruz através do nome de Jesus. Ó, abre os Céus! Desce sobre nós agora. Despedaça os nossos corações, dá-nos tal visão do Calvário que nossos corações sejam quebrantados. Ó, Senhor, desce agora, abre os nossos corações para recebermos o coração que sangrou por nós. Se tivermos que ser feitos de bobos – torna-nos bobos por Ti. Toma-nos, espírito, alma e corpo. Somos Teus. Tu nos comprastes.
Revela a Cruz por Jesus – a Cruz que vence o mundo. Coloca-nos sob o Sangue. Livra-nos de pensarmos no que os outros falam de nós. Ó, fala – fala – fala, Senhor Jesus. Tuas palavras são verdadeiramente vinho. Ó, revela a Cruz , amado Jesus – a Cruz na sua glória.
Reina em todos os corações por Jesus, ajuda-nos a ver o Salvador agonizante. Capacita-nos a vê-Lo conquistando os exércitos das trevas. Declara a vitória pelo Teu filho, Senhor, agora. Ele é digno de ter a vitória. Tu és o Deus todo-poderoso. Ó, declara a vitória! Daremos toda glória ao Teu nome. Ninguém tem mais direito a glória do que Tu. Toma-a, Senhor. Glorifica o teu Filho nesta reunião. Ó, Espírito Santo – faze a Tua obra através de nós e em nós agora. Fala a Tua palavra com poder, por causa do Teu nome. Amém – e amém!” .

Extraído do Livro ‘O mundo em Chamas” de Rick Joiner.

Por Augusto Cesar Odorizzi

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO

 


Veja, quantas vezes tivemos problemas em virtude do nosso comportamento. A física, explica que a ação gera uma reação. Comportamento, da mesma forma, gera comportamento. Gerenciar o seu comportamento ajuda a aumentar o seu nível de relacionamento interpessoal, aprendendo a ser mais empático, humilde e solidário. Quando passamos a ser referência, à todo momento somos colocados à prova, pelo público interno e externo em nossas atividades, a forma como gerenciamos o nosso comportamento e as nossas atitudes, influencia diretamente no comportamento das demais pessoas que convivem conosco na empresa, escolas, clubes, etc... e na própria residência. Quando conhecemos as nossas forças e fraquezas e entendemos o que podemos fazer para controlar as atitudes tempestivas, agressivas e até irônicas, com certeza iremos mais longe e construiremos uma rede de relacionamento mais duradora. Falamos de gerenciamento de comportamento, pois sabemos que não é fácil, principalmente quando não nos damos conta dessa condição, que gera conflito e afasta pessoas do nosso convívio. Saber ouvir, muitas das vezes é mais importante do que falar, respeitar opinião, não quer dizer necessariamente em concordar, mesmo porquê na grande maioria das vezes é subjetiva e com o tempo pode mudar. Sabemos que não mudamos de comportamento de um dia para outro, mas temos que ter como objetivo particular a evolução no desenvolvimento dessas relações, fortalecendo os pontos positivos e trabalhando com forte disposição para mudar os pontos negativos. Pensar positivamente, sendo otimista, criando uma ambiente de prosperidade, influencia as demais pessoas e pode transformar o futuro. Procure fazer parte do grupo de pessoas que fazem a diferença. Lembre que a diferença, faz a diferença. Compreenda a condição e os limites de cada um, valorize e celebre mesmos as pequenas conquistas, demonstre, mesmo para aquela pessoa mais simples e humilde que convive no seu dia a dia, que ela é importante e que tem valor, com certeza você também será importante para ela. Tenha um bom dia.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

SEJA UM VENCEDOR



Ao superar obstáculos e ao encarar transformações ne¬cessárias para a conquista de seus ideais, cada um é pro¬vocado a ser herói de si mesmo e de sua própria saga.

Observe esta comparação entre um vencedor e um perdedor:

Um vencedor é sempre parte da resposta.
Um perdedor é sempre parte de um problema.
Um vencedor sempre tem um programa.
Um perdedor sempre tem uma desculpa.
Um vencedor diz: "Deixe-me ajudá-lo".
Um perdedor diz: "Não é minha obrigação".
Um vencedor enxerga uma resposta para cada problema.
Um perdedor enxerga um problema para cada resposta.
Um vencedor diz: "Pode ser difícil, mas é possível".
Um perdedor diz: "Pode ser possível, mas é difícil".
Um vencedor não vence pessoas, vence obstáculos e desafios!

A verdade é que o mundo de hoje só tem lugar para pessoas que pensam dessa forma. Pessoas que não são der¬rotistas, pessoas que pensam de uma maneira diferente e encaram a vida de modo otimista.

É muito diferente do que se pensa por aí e é ensinado, o vencedor não é o que pensa no curto prazo, que se apro¬veita dos outros, o que mente, o que não tem ética.
Vencedor é o disponível, o comprometido, o que faz parte da solução e não do problema, o amigo sincero, o companheiro. Muitas pessoas nos procuram pedindo di¬cas de como ser vencedoras e há outras que pensam já ser. De fato, parece que venceram. Contudo, essa vitória é efé¬mera, pouco dura. E dura pouco por estarem alicerçadas em uma visão de curto prazo que desrespeita a ética, des¬lealdade aos amigos concorrentes. Ela se baseia em menti¬ras, em jogo sujo. O tempo sempre mostrou que os verda¬deiros vencedores, em longo prazo, não são os aproveita¬dores e espertos que encontramos buscando o prestígio a qualquer preço. Seja também você um vencedor.

D.D´Cartio

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

VINTE DICAS PARA SER BEM SUCEDIDO



Não fazer nada de mau não é o suficiente; é preciso também que se faça algo de bom
Romário C. Valente

Aqui são vinte dicas para que você atinja o sucesso que tanto merece. Leia todas elas com muita atenção, e comece hoje mesmo a colocá-las em práticas:
1- Elogie três pessoas por dia
2- Tenha um aperto de mão firme
3- Olhe as pessoas nos olhos
4- Gaste menos do que ganha
5- Saiba perdoar a si e aos outros
6- Trate os outros como gostaria de ser tratado
7- Faça novos amigos
8- Saiba guardar segredo
9- Não adie uma alegria
10- Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados
11- Sorria
12- Aceite sempre a mão estendida
13- Pague as suas contas em dia
14- Não ore para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir coragem
15- Dê às pessoas uma segunda chance
16- Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso
17- Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas
18- Dê o melhor de si no seu trabalho
19- Seja humilde, principalmente nas vitórias
20- Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso
Pense, analise e pratique essas vinte dicas. Tenha sempre consigo essas verdades e , de vez em quando, para não esquecê-las, releia todas elas. Certamente as pessoas que estão ao seu lado perceberão uma grade diferença em você.

FAÇA PRIMEIRO O QUE MAIS DIFÍCIL LHE PARECE.

domingo, 15 de agosto de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

SUGESTÃO DE LIVROS


"Como Ferro afia o Ferro" -  Livro para homens que querem ser mentoriados

O Grande Líder

O Grande líder realmente demonstra a sua grandeza na habilidade de vivenciar o Grande Mandamento de amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo ( Mt 22.36-40)

terça-feira, 15 de junho de 2010

"Sou apenas um homem do campo que veio de Arkansas, mas aprendi a manter a união de um time - a estimular alguns homens, a acalmar outros, até que, no final, eles estivessem em sintonia como uma equipe. Há apenas três coisas que sempre digo: 'Se algo não sair bom, sou eu o responsável. Se algo sair quase bom, fomos nós os responsáveis. Se algo sair realmente bom, foram eles os responsáveis. É tudo o que é preciso para fazer as pessoas vencerem."
Bear Bryant